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13 julho 2011

Na fila do banco

Cheguei afobado, crendo em Deus pra não estar cheio. Mas parece que isso não adianta muito nos bancos (qualquer hora está cheio). Me envolvi no final da fila, que já dobrava naquele recinto. Enquanto eu esperava inquieto naquela fila imensa, os idosos conversavam e enrolavam na preferencial.

Finalmente a fila começou a andar, mas isso acontecia poucas vezes. O cara na minha frente começou a gritar: “Vamos logo pessoal, funcionário tem que trabalhar!”, mas isso não fez a fila andar. Aos poucos foram entrando mais pessoas no final da fila. Isso faz parecer que você está na frente (mas é tudo ilusão).

Pra ajudar ainda mais, o sistema parou, e tivemos que ouvir aquela velha frase: “Desculpe pessoal, está sem sistema”. Isso até ajudou um pouco, pois quase todo mundo foi embora. Agora dava até pra sentir o ar circular pelo ambiente. O sistema parou, mas as senhoras do preferencial não pararam de fofocar. Demorou um pouco pra voltar, que deu até pra fazer uma amizade com a garota atrás de mim. Ela falava meio estranho, tipo estrangeira, mas era só pra passar o tempo mesmo.

Quando o guichê e a minha senha apontavam para o mesmo número, fui até o caixa. Aquele cara era meio lerdinho (estagiário). Demorou pra ele entender que eu só queria pagar a minha conta. Bem que eu preferia que não tivesse entendido, me encaminhou para outro banco.

2 comentários:

  1. Esses bancos estão sempre lotados não importa a hora que você vá.

    o governo devia tomar uma providência.

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  2. #euri

    Bancos diferentes, mas as situações são sempree as mesmas...

    (y)

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